Tito Martino apresentou-se em Festivais Internacionais de Jazz em New Orleans (onde sua Banda foi considerada a melhor Banda estrangeira), em Askersund e Linkoping (na Suécia), Ascona (Suíça), e também em Washington, New York, Miami, Toledo, Akron, Paris, Viena, Coimbra, Estocolmo, Buenos Aires, Saint Louis, Chicago, Lyon.

Tocou JAZZ DE RAIZ com Hermeto Paschoal, com Elis Regina e César Mariano, e com o Maestro Diogo Pacheco, que elogiaram seu trabalho. Seu conjunto foi aplaudido por 30.000 pessoas no Maracanãzinho tirando o sétimo lugar no IIIº FIC Festival internacional da Canção com a "Dança da Rosa".

O Jazz de Raiz é o Jazz com Swing, inventado em New Orleans e inspirado nos Blues, Ragtimes, Spirituals, Bandas marchantes, e nos tambores tribais africanos.... é entretenimento, sim, é diversão, mas o que é mais importante, é Musica em sua plenitude.

Tito Martino recebeu criticas elogiosas com suas fotos no Washington Post e no New York Times. Foi o fundador e líder durante 20 anos do Traditional Jazz Band (o original), criou e dirigiu a lendária casa de Jazz OPUS 2004 nos anos 70/80,onde tocou em jams com grandes nomes do Jazz dos USA e da Europa. Produziu e apresentou programas de Jazz na Radio e na TV Cultura. Gravou 8 LPs e 5 CDs.

O princípio, o fundamento de Tito, que tocou com Teddy Wilson (pianista de Benny Goodman), com
Oscar Peterson, John Pizzarelli, Roy Eldridge, entre outros nomes importantes do jazz, é que ele quer se
expressar livremente respeitando as Raízes do Jazz.

Diz Tito, "Eu quero ser simples. Quero me comunicar com simplicidade. Eu toco o jazz não sofisticado - o Jazz que lava a alma ! ". Talvez por isso o TITO MARTINO JAZZ BAND nos últimos 50 anos, em suas diversas formações, vem sendo apreciado e aplaudido com entusiasmo por um publico de todas as idades e de todos os quadrantes. Bom humor, musicalidade, liberdade das improvisações individuais e coletivas, são as marcas do conjunto, mas principalmente a honestidade com que exibem sua arte e o seu conhecimento verdadeiro das raízes do jazz. Com a formação atual de quinteto, o TITO MARTINO JAZZ BAND mantém aceso e brilhante o fogo sagrado do Jazz Tradicional.



JAZZ COM PAIXÃO E SIMPLICIDADE - O JAZZ DE TITO MARTINO

O TITO MARTINO JAZZ BAND toca o JAZZ TRADICIONAL AUTENTICO DE RAIZ, assim como foi tocado por Louis Armstrong, Benny Goodman e Duke Ellington. Eles não copiam nem fazem "tributos" : eles criam interpretações novas, atuais, respeitando as Raízes musicais do Jazz, do mesmo modo como no xadrez criamos novas jogadas respeitando as regras do jogo.
OS COMPONENTES DO TITO MARTINO JAZZ BAND
BILLY PONZIO, bateria
Começou a tocar bateria aos 13 anos.
Em 1998 foi para a Escócia como percussionista de uma banda de gaita-de- foles-escocesa brasileira.
Em 2004 ingressou na Tito Martino Jazz, participando de importantes concertos, programas de tv, festival de jazz em Portugal e um memorável show com o guitarrista John Pizzarelli em 2010.
Em 2013 produziu o Cd "Pioneiros do Jazz Paulistano&quot.
Em 2014, lançou seu primeiro album autoral, de música experimental.
É um estudioso da linguagem da bateria dos primórdios do jazz e de seus bateristas.
Continua fazendo jazz com Tito Martino até os dias de hoje.
ARI GIORGI, piano
Estudando música clássica desde os 10 anos, quase desisti do piano e da música aos 14 anos não fosse a maravilhosa e divina insistencia do saudoso pai Dr Aristides. Comecei a me entusiasmar para a música popular quando aos 16 anos passei a integrar o Esquema 5 em meados dos anos 60, um quinteto que tocava nos bailes do colégio, clubes e festas de aniversario, formado por piano, baixo acústico, guitarra, bateria e uma cantora. O repertório: músicas italianas de Pepino de Capri e Sergio Endrigo, bossa-nova e Beatles. Nessa mesma época tive contato com o jazz por meio dos discos do tio Sérgio, que também tocava piano. Passei a ouvir o trio de Nat King Cole, Oscar Peterson, Louis Armstrong, Billy Holiday, Teddy Wilson e outros mestres do jazz. Em 1972 formei o Jazz Mix Four que se apresentava uma noite por semana no antigo Opus 2004, antes da entrada do Traditional Jazz Band, a melhor e mais famosa banda de jazz na época, fundada por Tito Martino. O convite para tocar no Traditional Jazz Band aconteceu e desde então passei a integrar a comunidade do jazz, participando de outras bandas e grupos. Sou adepto do jazz puro que vai dos anos 30 a 50, tendo como referencia principal o pianista Teddy Wilson. Adoro também tocar Cole Porter, Gershwin e o "American Songs Book".
Tito Martino: clarinete
Tito queria tocar musica clássica, e com dez anos frequentou as aulas de piano na casa de uma professora rigorosa que o expulsou depois que ele desmontou o piano para ver como funcionava. Só veio a descobrir o Jazz quando fazia o cursinho para a Faculdade; seu colega de classe Peter Dakowski ensinou-o a tocar banjo, que foi seu primeiro instrumento. Ao ingressar no ITA, foi obrigado a aprender clarinete de trote, por um veterano que por sorte era clarinetista e que foi seu primeiro e único orientador. Ao mudar de Faculdade para a Escola Politécnica, onde se formou Engenheiro Eletricista, criou em 1962 um conjunto de estudantes que depois batizou de Traditional Jazz Band, juntamente com André Busic ao cornet, Alberto Siufi na tuba e Reynaldo Mayer no banjo.
ALEXANDRE HAGE pianista
O primeiro contato de Alexandre com o mundo musical foi bastante informal: ainda criança, começou a tocar órgão imitando a mãe, sem qualquer aula ou noção formal de harmonia musical. Observando o interesse e aptidão, os pais o matricularam em um conservatório, onde obteve toda a formação musical básica. Mais tarde estudou 2 anos de piano clássico. Nos Anos 90, o Maestro João Missali, vizinho de bairro, criador e lider do "New Orleans Jass Band", o convidou para participar da banda. Foi a primeira experiência prática com a música, e desta forma, encantado com a liberdade e força de expressão do Jazz Tradicional, concentrou-se em estudar e aprimorar o estilo, tornando-se um dos raríssimos pianistas no Brasil capaz de interpretar com fidelidade e criatividade o dificílimo modo de tocar de um do "inventores" do Jazz, o pianista Jelly-Roll Morton. Participa ativamente das apresentações do New Orleans Jass Band e do Tito Martino Jazz Band, tendo atuado em shows, Concertos e Festivais de Jazz Tradicional incluindo casas de Jazz, MASP, Theatro Municipal de São Paulo, Theatro São Pedro, entre outros.
Começou copiando o clarinete de Johnny Dodds; mas logo descobriu Sidney Bechet, Albert Nicholas e o grande universo dos clarinetistas de Jazz. Desde então tem feito sua própria síntese musical e na opinião de John Wilson, o mais antigo crítico de Jazz dos Estados Unidos, "Tito não copia ninguem e tem seu próprio estilo". Mas Tito sempre afirma que "uma andorimha só não traz o verão" e que sem os seus excelentes companheiros de Banda ele não seria nada. Em seguida, um pouco da história dessas "feras".